quarta-feira, 14 de maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
Vigésima terceira pesagem: - 600 gr
A decisão de retomada está surtindo efeito, e do peso que havia ganho me livrei de 600 gr.
Claro que é pouco, mas já aponta a nova tendência. Sem contar que emagrecer muito rápido nos deixa com cara de doentes. Não adianta ficar com a cara "chupada" se a barriga continua proeminente.
Não vai ser esta semana que poderei retomar a academia. Estou quase decidindo comprar uma esteira, mas tenho receio de que se torne um cabide de toalhas. Alguém que me visita tem esteira em casa? Poderia me dar algumas dicas sobre isso?
terça-feira, 6 de maio de 2008
Vigésima segunda pesagem: + 4.100
Meu processo anda mal, muito mal...
As coisas começaram a desandar quando abri mão da academia para ficar até mais tarde no trabalho. Depois disso deixei de ir para dormir uma hora a mais, em seguida por pura preguiça e quando me dei conta fazem 5 meses que não apareço por lá.
Estou bastante chateado por ter ganho tanto peso, em um tempo tão curto. Parece que estou me afogando em comida, despropositadamente. As roupas que estavam folgadas, voltaram a apertar. As novas não servem mais e o caminho de volta parece terrivelmente duro de trilhar.
Traí os meus objetivos de emagrecimento, sabotei minha confiança e permiti que a rotina me abatesse e me derrotasse. Estas palavras podem parecer exagero, mas representam exatamente como estou me sentindo neste momento.
Bem, o que fazer agora?
Já que sentar e chorar não vai resolver nada, o jeito é dar início a retomada. Os próximos passos serão:
- Ingerir no mínimo 2 litros de água por dia - sendo no mínimo metade deste volume gelada;
- Jantar frutas, de preferência com bastante fibras para normalizar a digestão;
- Agendar para a próxima semana o retorno à academia, já que para esta semana será inviável;
- Reduzir de forma gradativa os petiscos e guloseimas que por besteira passei a aceitar dos amigos;
- Comprometer-me a atualizar o blog no mínimo 1 vez por semana para dar a conhecer a todos os que quiserem acompanhar o meu progresso.
Se os amigos me dão licença, vou buscar um pouco de água.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
ALL WORK AND NO PLAY MAKES JACK A DULL BOY
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Velhos vilões ou novos mocinhos?
A última palavra da ciência sobre o ovo, a gordura, o sal, o açúcar, a carne vermelha, o café e o chocolate
Cristina Nabuco | Ilustração Andrés Sandoval
Numa crônica publicada em 1997, o escritor João Ubaldo Ribeiro desabafou, com seu tom irônico e impagável: “Não agüento mais de culpa, acusado de suicidar-me a cada instante”. O texto falava sobre alimentos que lhe rendiam prazeres, mas que estavam condenados, como a manteiga: “Deve ser incluída nas listas de drogas proibidas, juntamente com cocaína e heroína”. Sobre o café: “Causa males recentemente descobertos por um laboratório de Glasgow ou Amsterdã ou Jacarta, que poderão deixar o freguês abestalhado, tarado, astênico ou hiperexcitável a ponto de matar a família e ir ao cinema”. Referia-se à carne: “É caso de se embuçar para ir a uma churrascaria”. Para o ovo reservava um suspiro de adeus: “E uma omeletezinha? E ovos estrelados, daqueles reluzentes como o sol, que a gente encarava com requintes de esfregadinhas de pão na gema? Com presunto? Com bacon? Livrai-nos, Senhor, de todas essas pragas infernais”.
O tempo passou e as gostosuras citadas pelo escritor baiano saíram da lista negra e reconquistaram lugar à mesa. A tônica da nutrição, agora, é desaconselhar cortes radicais. “Não existe alimento vilão, mas consumo vilão”, diz o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, chefe de nutrição clínica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. Com bom senso, esses prazeres podem, sim, compor os melhores cardápios.
Ovo
VILÃO - Em 1973, a Associação Americana do Coração limitou o colesterol a 300 miligramas por dia por causar distúrbios cardiovasculares. Como uma gema tem 215 miligramas, o ovo foi considerado uma bomba.
MOCINHO - Pesquisas dos anos 90 o absolveram. Especialistas da Universidade Harvard provaram que o consumo diário não eleva a incidência de infartos e derrames. Mais de 100 estudos o inocentaram. “O ovo é fonte de proteína de alto valor biológico, vitaminas do complexo A, B, D, E e K e de micronutrientes como colina, fundamental para a memória e o aprendizado e talvez tão importante quanto o ácido fólico para a formação do sistema nervoso fetal”, diz Ana Beatriz Leme da Fonseca, da VP Consultoria Nutricional, em São Paulo.
ÚLTIMA PALAVRA - Ovos no café-da-manhã podem ajudar a emagrecer. Uma equipe da Universidade Estadual da Louisiana comparou mulheres em dieta. Metade fazia o desjejum com torradas. A outra consumia ovos mexidos. A perda de peso foi 65% maior no grupo dos ovos.Um ovo por dia se a dieta é balanceada e o colesterol normal. Com taxas altas, três por semana.
QUANTIDADE - Um ovo por dia se a dieta é balanceada e o colesterol normal. Com taxas altas, três por semana.
Café
VILÃO - Responsável pela riqueza do Brasil até a quebra da bolsa de Nova York em 1929, foi para o banco dos réus em 1978, quando a agência americana que controla alimentos e remédios questionou os efeitos da cafeína que podia prejudicar a fertilidade, causar úlceras e gastrites e atrapalhar a absorção de cálcio, contribuindo para enfraquecer os ossos e aumentar a pressão arterial.
MOCINHO - A reabilitação veio com a descoberta da presença de antioxidantes, capazes de bloquear os radicais livres, que acarretam distúrbios cardíacos. Japoneses revelaram que protege contra o câncer de fígado. Há evidências de que melhora a memória e a concentração, reduzindo o risco de doenças neurodegenerativas, como Parkinson. Pode evitar alterações de humor e depressão, de acordo com estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Segundo médicos da Universidade Harvard, aumenta a sensibilidade à insulina, prevenindo o diabetes. Pode ajudar a emagrecer por ativar a queima de gordura.
ÚLTIMA PALAVRA - Moderação. Em excesso, agrava úlceras, arritmias cardíacas, ansiedade e distúrbios do sono em pessoas predispostas.
QUANTIDADE - rês xícaras por dia. Se for expresso, apenas uma. O filtro de papel reduz as concentrações de cafestol e kahweol, que aumentam o colesterol.
Gordura
VILÃ - Doenças do coração foram associadas ao alto consumo de gorduras saturadas (encontradas em carnes vermelhas e no leite) pelo clássico Estudo dos Sete Países, que avaliou finlandeses, italianos, iugoslavos, holandeses, gregos, americanos e japoneses nos anos 60 e 70. Depois, a descoberta de que a gordura fornece mais calorias (9 por grama, contra 4 do carboidrato e 5 da proteína) fez com que ela levasse a culpa pelo avanço da obesidade. A manteiga teve seus dias de marginalidade. Para aposentá-la, os cientistas adicionaram hidrogênio aos óleos vegetais e criaram a margarina. Nesse processo, usado para produzir sorvetes, bolachas recheadas e salgadinhos crocantes, a estrutura química do óleo vegetal adquiriu uma ordem rara na natureza. Daí o nome de gordura transversa, que é dez vezes mais nociva que a saturada. A indústria brasileira foi obrigada, em 2006, a informar na embalagem a existência da trans na receita. Graças a isso, ela já foi banida de 85% dos produtos. Totalmente absolvida a gordura não foi, mas os cientistas viram que ela é útil na formação de membranas celulares e de hormônios, além de ajudar na absorção de vitaminas e nas funções intestinais. Mais: “A carência ocasiona irregularidades no ciclo e no fluxo menstrual”, diz a nutricionista Lara Natacci Cunha, especialista em transtornos alimentares. As pesquisas localizaram tipos diferentes e nem todos fazem mal. Por décadas, a gordura saturada foi considerada a pior para o coração, por isso se propôs a substituição dela pela poliinsaturada (de óleos vegetais), que não oferece o mesmo risco. Ou pela monoinsaturada, como o azeite: o consumo regular diminui a incidência de doenças cardiovasculares. Mas quem alertou sobre a excessiva satanização da gordura foi o epidemiologista Walter Willet, da Escola de Saúde Pública de Harvard. Willet provou que as campanhas para tirar a gordura da mesa mais o lançamento de centenas de produtos “magros” não derrubaram os índices de obesidade e de doenças associadas nos Estados Unidos.
MOCINHA - Totalmente absolvida a gordura não foi, mas os cientistas viram que ela é útil na formação de membranas celulares e de hormônios, além de ajudar na absorção de vitaminas e nas funções intestinais. Mais: “A carência ocasiona irregularidades no ciclo e no fluxo menstrual”, diz a nutricionista Lara Natacci Cunha, especialista em transtornos alimentares. As pesquisas localizaram tipos diferentes e nem todos fazem mal. Por décadas, a gordura saturada foi considerada a pior para o coração, por isso se propôs a substituição dela pela poliinsaturada (de óleos vegetais), que não oferece o mesmo risco. Ou pela monoinsaturada, como o azeite: o consumo regular diminui a incidência de doenças cardiovasculares. Mas quem alertou sobre a excessiva satanização da gordura foi o epidemiologista Walter Willet, da Escola de Saúde Pública de Harvard. Willet provou que as campanhas para tirar a gordura da mesa mais o lançamento de centenas de produtos “magros” não derrubaram os índices de obesidade e de doenças associadas nos Estados Unidos.
ÚLTIMA PALAVRA - De longe, a trans é a mais perigosa para o coração e deve sair do cardápio. Use a manteiga com moderação. Azeite e óleos poliinsaturados continuam em alta, mas só devem ser adicionados à comida depois de pronta, para evitar que se oxidem em altas temperaturas.
QUANTIDADE - A gordura fornece de 25 a 30% do total diário de calorias. Duas colheres de sopa de azeite por dia já bastam.
Açúcar
VILÃO - As críticas começaram em 1975 com SUGAR BLUES, do jornalista americano William Dufty. O livro culpava o açúcar de provocar diabetes, alergias, fadiga, dores de cabeça e depressão. Foi massacrado por cientistas. Até que estudos confirmaram algumas teses de Dufty, 20 anos depois, caso das dietas de Atkins e de South Beach, que cortam os carboidratos, dos quais o açúcar é o maior representante.
MOCINHO - osso primeiro produto de exportação, o açúcar é fonte de energia rápida e barata, útil ao crescimento e à atividade cerebral. Por ser menos calórico do que a gordura, o açúcar ficou em segundo plano enquanto ela virou a grande responsável pelo avanço da obesidade.
ÚLTIMA PALAVRA - Em excesso, engorda. Eleva, de forma rápida, os níveis de glicose no sangue e acarreta alta liberação de insulina, sintetizada pelo pâncreas para garantir a chegada da glicose às células. Só que insulina demais estimula o corpo a armazenar gordura, aumenta o colesterol e desregula o pâncreas. Resultado: cresce o perigo de doenças cardiovasculares. Os picos de insulina levam à produção de radicais livres, que destroem tecidos e provocam o envelhecimento. São indicados os açúcares complexos, de frutas. Digeridos devagar, trazem vitaminas e minerais, não encontrados no refinado.
QUANTIDADE - No máximo 4 colheres (chá) diárias. Cada colher (sachê) equivale a 5 gramas e fornece 20 calorias.
Carne
VILÃ - Caiu em desgraça depois do Estudo dos Sete Países, que observou maior incidência de doenças do coração em populações que comiam muita carne vermelha, fonte de gorduras saturadas. Nessa época, a “inimiga do coração” começou a sair do cardápio.
MOCINHA - A revisão publicada na revista SCIENCE em 2001 concluiu que a condenação foi precipitada. Não havia estudos com cortes magros. Seus benefícios foram reconhecidos: rica em proteínas (possui aminoácidos), fornece ferro, zinco e vitaminas B6 e B12. Muitos desses nutrientes não se encontram facilmente em outros alimentos. A carência leva à anemia e a problemas de crescimento.
ÚLTIMA PALAVRA - Nos últimos 25 anos, a criação dos rebanhos, especialmente dos suínos, evoluiu, reduzindo gorduras e colesterol.
QUANTIDADE - Cem gramas de corte magro três vezes por semana.
Sal
VILÃO - A ingestão exagerada leva à retenção de líquido, prejudica a tireóide e aumenta a pressão arterial, fator de risco para infartos e derrames. Estudo publicado em 1988, o Intersalt, avaliou mais de 10 mil pessoas em 32 países e concluiu que a pressão arterial é mais baixa entre os que ingerem pouco sal, caso dos índios ianomâmis, no Brasil.
MOCINHO - Realça o sabor e ajuda a conservar os alimentos. No Brasil, o sal foi escolhido como veículo para reposição de iodo, a fim de prevenir o bócio, a alteração da glândula tireóide. “Está presente em todos os tecidos humanos – por isso o suor e a lágrima são salgados –, participa da transmissão de impulsos nervosos e ajuda a regular a passagem de líquidos pelas membranas celulares”, diz a nutricionista Lara Cunha.
ÚLTIMA PALAVRA - As restrições diminuíram desde a descoberta de que algumas pessoas têm níveis normais de pressão, mesmo abusando do sal, devido a fatores genéticos. “Devemos dosar o sal e diminuir os embutidos, enlatados e conservas”, afirma o médico Daniel Magnoni.
QUANTIDADE - Duas colheres (café) rasas por dia (4 gramas). O brasileiro consome três vezes mais: 12 gramas.
Chocolate
VILÃO - O efeito deletério à silhueta foi o que mais pesou contra a delícia que maias e astecas consideravam o alimento dos deuses. Isso porque a maioria dos chocolates contém altos teores de gordura e açúcar, que levam ao ganho de peso. Uma barra de 100 gramas de chocolate ao leite fornece em média 530 calorias.
MOCINHO - No fim dos anos 90, foram encontrados nele flavonóides, antioxidantes capazes de proteger o coração e prevenir diabetes. Contém substâncias moduladoras do humor e magnésio, mineral cuja falta favorece a tensão pré-menstrual. Pesquisadores da Universidade de Colônia, na Alemanha, constataram redução da pressão arterial em quem consumia 6 gramas diários. Outro trabalho de 2007 verificou queda nos níveis de colesterol. Os estudos se referem ao chocolate amargo, que apresenta mais cacau e menor teor de açúcar e gorduras.
ÚLTIMA PALAVRA - Consumido em pequenas doses diárias, ajuda no combate à compulsão por doces.
QUANTIDADE - Uma barra (30 gramas) de chocolate amargo (80% de cacau) por dia. Tem 184 calorias e não compromete a saúde.
Fonte: Claudia
segunda-feira, 31 de março de 2008
Livro: Tudo o que um gordo deveria saber
Emagrecer não é difícil. Difícil mesmo é encontrar pessoas dispostas a consertar o erro. A pressa, a transferência de responsabilidade, a não admissão de erros, as soluções mágicas, os muitos tratamentos e a ansiedade por resultados imediatos, são os piores e os mais comuns inimigos dos gordinhos, de acordo com o médico Antônio Fonseca, de São Paulo (SP), autor do livro "Tudo o que um gordo deveria saber".Ou você acha que ter dois quilos acima do peso não é preocupante? Fonseca afirma que, independente do sobrepeso que você tiver, desde que te incomode física ou psicologicamente, o tratamento especializado é necessário. "Não faço classificação científica. Se o excesso de peso, mesmo que pouco, o machuca, aplico o tratamento nele e o trato como um gordinho".
Antes de tudo, o paciente precisa ter consciência do problema. Sem ela será mais uma tentativa desastrosa de êxitos parciais onde o "emagrece e engorda o dobro", o "virei uma sanfona" e outras expressões temidas predominarão. Esta visão, na maioria das vezes, dá ao paciente a sensação de que não adianta tentar de novo, o que é errado e precipitado.

Confira 10 dicas do médico Antônio Fonseca para você, que está fora do peso, emagrecer e nunca mais engordar:
1. A obesidade é uma doença comportamental, do pescoço para cima. Lembre-se disso!
2. Não existe fórmula mágica para emagrecer. Se quiser perder peso, deixe de ser infantil e encare a obesidade como a doença que é
3. Não emagreça por causa do profissional que te atende ou dos medicamentos utilizados, mas por sua causa
4. A obesidade age em absoluto silêncio. Você pode até não apresentar nenhum sintoma, mas em algum momento ela vai te incomodar
5. Não queira apenas emagrecer por questões estéticas. Faça o tratamento de obesidade para atingir o peso ideal e ficar de bem com a saúde. Ou sofrerá eternamente com o efeito sanfona
6. Enquanto você não admitir que erra, o erro sempre vai ser o acerto para o corpo. Ou seja: enquanto você não começar a fazer uma alimentação regrada ou iniciar um tratamento sério, seu corpo nunca entenderá sua vontade de emagrecer
7. Você não é onipotente. Não adianta apenas ir ao médico ou comer alimentos menos calóricos. Você precisa fazer uma mudança de hábito
8. Alimente-se bem. Não há proibição no consumo de alimentos naturais. Os prejudiciais são os alimentos industrializados
9. Não culpe os outros pelo seu fracasso. Encare seu tratamento como uma empresa: para atingir o sucesso, você precisa de um sócio, neste caso é o seu médico. Mas, se um dos dois falharem, a empresa vai a falência. Correto? Portanto, assim como ele, você tem igual valor em sua boa administração
10. Depois que atingir o peso desejado, continue se policiando. 80% das pessoas que chegam ao peso ideal voltam a engordar porque abandonam a manutenção, o que é o maior erro
E lembre-se: não existem fórmulas mágicas de emagrecimento e sim pense, aja e viva como uma pessoa magra e feliz.
terça-feira, 11 de março de 2008
Vigésima primeira pesagem: -900 gr
Hoje estou com uma calça que comprei fazem alguns anos, e ela está muito estranha. Acho que não vai dar mais para adiar a tal renovação do guarda roupa. (Este é um dos melhores problemas que já me aconteceram!)
O meu processo também está gerando alguns sub-produtos. Algumas pessoas do convívio estão se motivando a assumir uma alimentação mais saudável, outras começaram a se exercitar e já estão mais felizes, e o que é melhor: Muitas voltaram a acreditar que é possível mudar! Fico muito feliz por ter influenciado estes amigos, e saber que estão melhores agora por algo que eu fiz.
Não sou um radical e muito menos o rei da verdade, mas neste momento estou com o menor peso desde que começei o processo e estou me sentindo muito bem!
Parabéns a todos nós e vamos em frente!





